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Capa do iFood à Mesa com três celulares mostrando início, acompanhamento da entrega e revisão do pedido, em uma composição verde e areia com elementos vermelhos.
Exploração visual do pedido em grupo: preferências, orçamento e escolhas em uma mesma mesa.
IFOOD À MESA / PRODUCT DESIGN

iFood à Mesa

Pedir comida é simples. Decidir junto pode ser melhor.

Duas pessoas querem pedir comida. Uma prefere uma opção vegetariana; as duas precisam respeitar um limite de gasto. Antes de escolher o prato, há uma decisão em comum: onde pedir, o que cabe no orçamento e quem vai organizar tudo.

O iFood à Mesa propõe reunir essas condições em um plano que acompanha a escolha até a confirmação.

Este projeto autoral foi desenvolvido com apoio de IA, sem vínculo com as marcas. Pesquisa primária e impacto de negócio permanecem como etapas a validar.

01 / CONTEXTO E PROBLEMA

A tarefa parecia escolher comida. O desafio era decidir junto.

Enquadrar a experiência antes de desenhar

Duas pessoas e mockups de definição do pedido em grupo e escolha de restaurante.
O cenário de duas pessoas aproxima preferências individuais e condições compartilhadas.

Olhar para o que acontece entre as telas

O ponto de partida foi um cenário de pedido para duas pessoas. Quem organiza precisa conciliar vontades, reunir escolhas, conferir taxas e assumir o pagamento. O produto pode oferecer muitos restaurantes e, ainda assim, deixar parte dessa coordenação para conversas e contas feitas fora do fluxo.

Transformar o cenário em uma pergunta

Como ajudar duas pessoas a escolher no mesmo restaurante, com preferências diferentes e um limite total explícito? Esse enquadramento deslocou a atenção do volume de opções para a qualidade da decisão. A pergunta passou a orientar o que seria necessário mostrar e em qual momento.

Definir o valor que a proposta deveria entregar

Para quem organiza, a intenção é tornar escolhas e custo completo compreensíveis. Para quem participa, é oferecer autonomia com contexto. A hipótese de produto é que um plano compartilhado possa diminuir revisões no fechamento. Essa fricção ainda precisa ser investigada com usuários; aqui, ela orienta um exercício de design, não um diagnóstico medido do app atual.

02 / PESQUISA DOCUMENTAL

As referências ajudaram a escolher uma direção.

Interpretar princípios, em vez de somar funcionalidades

Três colunas com referências visuais de iFood, Uber Eats e 99Food e princípios de comparação.
Referências de iFood, Uber Eats e 99Food para orientar a pesquisa documental.

Preservar o que já é familiar

O iFood foi a referência de contexto: busca, loja, sacola e acompanhamento compõem uma linguagem conhecida de delivery. As fontes também mostram iniciativas de IA, como o Ailo. Isso trouxe uma decisão: o projeto não precisaria justificar sua relevância por introduzir mais um assistente.

Aprender com coordenação e percepção de valor

A publicação da Uber Eats descreve pedidos em grupo, divisão de pagamento, prazos e lembretes. O princípio aproveitado foi permitir que cada pessoa escolha seu prato. Já a comunicação da 99Food sobre preço e acesso reforçou a importância de explicar quanto a experiência custa, sem transportar promoções históricas para o conceito.

Dar às referências um papel no projeto

A síntese foi conectar critérios antes da exploração: orçamento para a mesa, preferência e prazo. Daí surgiu a proposta de comparar composições equivalentes, mantendo o contexto até a revisão. O benchmark é documental e considera períodos e mercados específicos; não representa uma auditoria de todas as versões dos aplicativos.

03 / DISCOVERY

Antes de defender a solução, é preciso entender o hábito.

O que investigar e de quem precisamos aprender

Painéis ilustrativos com roteiro de entrevistas, perfis provisórios, hipóteses e exemplos de anotações.
Representação ilustrativa do plano de pesquisa. Perfis, falas e contagens da arte são exemplos, não evidências de entrevistas realizadas.

Separar a observação da hipótese

As referências públicas sustentam a existência de iniciativas de IA e de pedidos coletivos. Elas não explicam, por si só, como as pessoas negociam um almoço, quando descobrem o total ou por que abandonam uma escolha. Essa lacuna definiu o plano de pesquisa.

Investigar episódios reais

A proposta é entrevistar de 6 a 8 pessoas que tenham organizado ou participado de pedidos coletivos recentes. O roteiro parte do último episódio: como escolheram a loja, quando conheceram o custo, o que mudou no caminho e como resolveram divergências. O objetivo é compreender comportamento antes de pedir opinião sobre a funcionalidade.

Projetar considerando duas perspectivas

Para desenvolver o cenário, foram definidos dois perfis provisórios. Quem organiza precisa reunir escolhas e confirmar a conta; quem participa precisa entender loja, limite e pagamento antes de escolher. Esses perfis orientam a interface, mas ainda não são personas validadas. Na pesquisa, consentimento, anonimização e rastreio das evidências devem permitir uma síntese responsável, inclusive se houver apoio de IA.

04 / DEFINIÇÃO E PRIORIDADE

Um bom recorte dá profundidade a cada escolha.

Hipóteses, escopo e trade-offs

Mockup de criação de grupo, três hipóteses e painéis de escopo e funcionalidades futuras.
Exploração das hipóteses, do recorte inicial e das possibilidades fora da primeira versão.

Concentrar o problema em três hipóteses

A primeira é que mostrar o total com taxas melhora a compreensão da comparação. A segunda é que combinar critérios antes da lista evita refazer escolhas. A terceira é que separar a escolha individual da revisão coletiva torna mais clara a responsabilidade pelo pedido. Juntas, elas criaram critérios para avaliar as telas além da aparência.

Escolher o que caberia na primeira versão

O recorte inclui duas pessoas, uma loja, um endereço, preferência vegetariana, teto total, comparação e convite. O pagamento fica com quem organiza. Essa decisão mantém o fluxo verificável e permite aprofundar a relação entre seleção, composição de preço e confirmação.

Reconhecer o custo das alternativas

Dividir a cobrança parece uma evolução natural, mas exige lidar com autorização, expiração, desistência e estorno de cada participante. Por isso ficou fora do MVP, assim como mais participantes e agendamento. O primeiro objetivo é descobrir se o plano compartilhado faz sentido; depois, avaliar quais camadas adicionais merecem investimento.

05 / JORNADA E ARQUITETURA

O plano precisa acompanhar a pessoa até o fim.

Conectar etapas, papéis e informações

Fluxo com seis etapas, papéis de organizador e participante e telas conectadas do pedido.
Seis momentos conectam o plano compartilhado à confirmação e ao acompanhamento.

Organizar o percurso

A jornada foi estruturada em seis momentos: combinar, explorar, escolher, revisar, confirmar e acompanhar. O organizador define o plano; o convite leva esse contexto ao participante; as escolhas se encontram na sacola antes do pagamento. Assim, a experiência não depende de todos terem começado pela mesma tela.

Dar estrutura à colaboração

A mesa reúne critérios, participantes, restaurante e sacola. Cada item pertence a uma pessoa. O pedido só nasce depois da revisão e da confirmação. Essa separação ajuda a distinguir uma escolha ainda em construção de uma compra efetivamente confirmada.

Manter continuidade quando algo muda

Voltar de um prato deve preservar o plano. Trocar de restaurante exige explicar o efeito sobre a sacola. Uma alteração de preço precisa aparecer antes da cobrança.

Essas regras surgem da arquitetura e passam a orientar os estados da interface, em vez de ficarem como correções posteriores.
06 / WIREFRAMES E BAIXA

Primeiro, decidir o que aparece. Depois, como isso será lido.

Estrutura, hierarquia e conteúdo

Caderno com esboços e três telas em baixa fidelidade para combinar, comparar e revisar.
Wireframes e baixa fidelidade exploram estrutura, comparação e revisão do pedido.

Tornar o raciocínio visível

Os wireframes organizaram o plano antes da lista e colocaram os mesmos critérios na comparação. Na baixa fidelidade, rótulos e valores tornaram explícitos o limite com taxas e o pagamento único. Essa passagem permite revisar hierarquia e entendimento antes de investir no acabamento visual.

Uma decisão que atravessou as versões

O total ganhou prioridade sem esconder sua composição.

A intenção é que a pessoa compare uma refeição para a mesa, e não o preço de um prato com o custo completo de outra opção.
07 / DESIGN SYSTEM

As regras do produto também precisam de consistência visual.

Fundação, componentes e acessibilidade

Painéis de cores, tipografia, grid, ícones, botões, filtros, campos e estados de interface.
Exploração visual de fundamentos, componentes e estados do sistema conceitual.

Construir uma base reutilizável

Com o fluxo definido, a interface foi organizada em um sistema conceitual próprio: grid de 8 pontos, margem mobile de 24 px, tipografia sem serifa e superfícies neutras. Vermelho profundo orienta ações; verde apoia confirmações e condições atendidas. Não se trata da biblioteca oficial do iFood.

Transformar padrões em contratos

Botões, filtros, campos monetários, cards, linhas de participante, composição de preço e alertas compartilham tokens e regras de conteúdo. Os contratos definem o que muda em foco, seleção, carregamento, indisponibilidade e erro. A finalidade é evitar que a mesma regra ganhe interpretações diferentes entre telas.

Projetar além do estado ideal

Texto, status e mensagens complementam as cores. Os pares centrais passaram na verificação de contraste por script. Reflow, ampliação, teclado e leitor de tela ainda exigem implementação e avaliação próprias. O pacote técnico reúne tokens, catálogo e especificações para essa continuidade.

08 / EXPLORAÇÃO E COMPARAÇÃO

A escolha começa com condições em comum.

Como a direção se transforma em interface

Dois celulares com lista de refeições e comparação de pratos, preço, prazo e opção vegetariana.
Exploração e comparação de opções com critérios e composição de preço visíveis.

Definir o plano sem interromper outros usos

A home oferece uma entrada opcional para pedir junto. O organizador informa participantes, teto total, preferência e prazo. O plano não aumenta o orçamento nem remove um critério silenciosamente para produzir mais resultados.

Comparar o mesmo tipo de informação

A lista apresenta sugestões para dois pratos com entrega e serviço. Na comparação, total, prazo, opção vegetariana e avaliação ocupam posições equivalentes. Ao entrar na loja, o contexto permanece visível. Esse encadeamento procura reduzir a necessidade de lembrar valores entre etapas.

Explicar o limite da estimativa

O total antecipado vale para uma composição definida. Adicionais ou mudanças precisam de recálculo. Se catálogo e taxas não estiverem disponíveis, o produto deve explicar a limitação em vez de apresentar precisão aparente.

09 / ESCOLHA E COLABORAÇÃO

Autonomia para escolher. Contexto para participar.

Do prato individual à mesa compartilhada

Três celulares com detalhe de prato, participantes e convite para entrar no pedido.
Do detalhe do prato ao convite e à visualização das escolhas do grupo.

Detalhar o que sustenta a escolha

A tela do prato reúne composição, preço e opção de talheres. A preferência vegetariana orienta o cardápio; não equivale a uma garantia sobre alérgenos ou preparo. Essa distinção evita que uma simplificação de interface comunique uma segurança que não pode assegurar.

Levar o plano a quem recebe o convite

Depois de adicionar seu prato, o organizador pode convidar a outra pessoa. O convite explica restaurante, limite e responsabilidade pelo pagamento. O participante escolhe dentro desse contexto, sem precisar reconstruir toda a conversa que antecedeu o pedido.

Dar visibilidade à coordenação

A mesa mostra quem escolheu e quem está aguardando. Cada item fica associado ao participante, enquanto a revisão continua com quem paga. A divisão exibida serve de referência para o grupo; não inicia cobranças ou transferências individuais.

10 / SACOLA E CONFIRMAÇÃO

O total deixa de ser um número isolado.

Relacionar escolhas, taxas e compromisso

Três telas de sacola, revisão e confirmação, com detalhamento ilustrativo de itens e taxas.
Sacola, revisão e confirmação conectam itens, taxas e total do pedido.

Uma conta que pode ser conferida

Dois pratos de R$ 26,00 somam R$ 52,00. Com R$ 4,90 de entrega e R$ 1,99 de serviço, o total chega a R$ 58,89: R$ 1,11 abaixo do limite. A referência por pessoa é R$ 29,45 + R$ 29,44; o centavo residual permanece explícito.

Dar à revisão uma função real

Antes de confirmar, endereço, pagamento e estimativa de entrega aparecem junto ao valor completo. O CTA informa o compromisso que será assumido. Lojas, pratos e preços são exemplos fictícios, utilizados para manter a lógica do projeto consistente entre as telas.

Conectar interface e regra de negócio

Em produção, os valores seriam armazenados em centavos e revalidados no servidor. A confirmação precisaria de proteção contra duplicidade. Esses contratos sustentam a confiança que o desenho procura comunicar; a tela sozinha não resolve uma cobrança inconsistente.

11 / EXCEÇÕES E ACOMPANHAMENTO

Quando o plano muda, a decisão volta para a pessoa.

Vazio, alteração de preço e estados do pedido

Três celulares mostram ausência de resultados, preço alterado e status da entrega.
Explorações de ausência de opções, alteração de preço e acompanhamento.

Preservar o que já foi combinado

Se não houver opções, a interface propõe ampliar o prazo mantendo orçamento e preferência. Editar os critérios continua disponível. A recomendação oferece um caminho sem reconfigurar o plano por conta própria.

Tornar uma mudança impossível de ignorar

Se a entrega passar a R$ 6,90, o total sobe para R$ 60,89. A diferença e o limite excedido aparecem antes da cobrança, com opção de editar ou aceitar. A sacola permanece disponível, evitando transformar uma mudança de condição em perda de trabalho.

Continuar depois do pagamento

O acompanhamento apresenta estados compreensíveis, atualização da estimativa e acesso à ajuda. No handoff, isso pede contratos para falha de pagamento, indisponibilidade e confirmação pelo servidor. O objetivo é manter clareza também quando a jornada deixa de seguir o caminho ideal.

12 / IA NO PROCESSO

A IA entrou para acelerar o trabalho que se repete.

Produção assistida, automação e revisão

Notebook com código, painéis de apoio da IA, dados sintéticos e verificações automáticas.
Representação dos usos de IA e das verificações técnicas. As falas e sínteses ilustradas não representam pesquisa de campo realizada.

Usar a ferramenta em atividades concretas

A IA apoiou o enquadramento, a pesquisa documental, alternativas de microcopy, dados sintéticos e o código gerador de telas e documentos. O ganho buscado foi tornar mais rápida a passagem entre regra, conteúdo e representação visual, mantendo a revisão das decisões como parte do trabalho.

Transformar consistência em verificação

Scripts geraram CSS a partir dos tokens e conferiram contraste, cálculos em centavos, presença de arquivos e rotas da navegação. Essas verificações foram executadas. Elas ajudam a encontrar divergências reproduzíveis, mas não demonstram compreensão ou satisfação de quem usa.

Manter a origem das informações clara

Os dados são fictícios e os usos de IA estão registrados no pacote. Não foram criados depoimentos, entrevistas ou métricas como se fossem evidências de campo. Também não foi medida economia de tempo.

O registro permite distinguir o que foi produzido, o que foi checado e o que ainda depende de validação.
13 / IA NO PRODUTO

Entender a intenção sem esconder os critérios.

Uma evolução possível para o conceito

Dois celulares mostram intenção em linguagem natural, critérios extraídos, resultados e filtros manuais.
Evolução proposta: interpretar a intenção e apresentar critérios editáveis antes dos resultados.

Partir de uma necessidade compreensível

Uma evolução seria permitir “almoço para dois, até R$ 60 e uma opção vegetariana” como entrada. A proposta não é tratar um assistente como novidade absoluta: Ailo já é uma referência pública de IA no iFood. O interesse está em conectar a intenção ao plano compartilhado.

Separar interpretação de decisão

O modelo extrairia participantes, orçamento e preferência. Esses critérios apareceriam para confirmação e edição antes de consultar catálogo e taxas. A ordenação precisaria se apoiar em dados verificáveis; o modelo não inventaria preços, disponibilidade, cupons ou prazo e não confirmaria pagamentos.

Prever ambiguidade e falha

Se a intenção não estiver clara, o sistema pergunta. Se a IA estiver indisponível, os mesmos filtros continuam acessíveis manualmente. Essa camada ainda não foi integrada ao protótipo: antes de um piloto, seria necessário avaliar extração de critérios, tratamento de erro e comportamento com dados reais.

14 / VALIDAÇÃO E MÉTRICAS

A proposta fica mais forte quando pode ser questionada.

Observar entendimento antes de medir impacto

Painel ilustrativo de avaliação com tarefa, participantes fictícios, indicadores e funil de uso.
Visualização ilustrativa do plano de avaliação. Percentuais, tempos e depoimentos da arte não são resultados medidos neste projeto.

Testar o raciocínio da experiência

O próximo ciclo propõe 5 a 6 sessões formativas. A tarefa é organizar um almoço para duas pessoas, uma vegetariana, até R$ 60 no total. Comparação, entrada pelo convite e mudança de taxa devem aparecer sem o moderador indicar os caminhos.

Observar o que importa

Concluir sem ajuda crítica é apenas parte da avaliação. A pessoa precisa explicar o total, reconhecer quem paga, perceber quando o limite é excedido e encontrar edição e ajuda. Erros, tempo por tarefa e momentos de hesitação devem ser ligados a decisões específicas de interface para orientar a iteração.

Preparar uma avaliação de produto

Em um piloto, o funil acompanharia início da mesa, critérios, seleção, participação, revisão e pagamento confirmado pelo servidor. Conclusão e revisões seriam analisadas junto a cancelamentos e dúvidas de cobrança. Metas e experimento dependeriam de baseline e jornadas comparáveis; nesta entrega, não há testes com participantes ou ganho de negócio medido.

15 / ENTREGA E APRENDIZADO

Uma jornada construída a partir de decisões conectadas.

Telas em diferentes fidelidades, fluxo do grupo, Design System e painéis de documentação e automação.
Síntese visual da entrega: telas, sistema conceitual, protótipo, documentação e automações.
14

Telas em três níveis de fidelidade. Entrega de design, não uma métrica de impacto.

O projeto reúne 14 telas em três níveis de fidelidade, Design System conceitual, protótipo offline, documentação e automações. A proposta conecta condições da mesa, escolha individual e revisão coletiva. Compreensão do total e redução de coordenação são objetivos a testar, não resultados já alcançados.

O aprendizado que orienta a continuidade

A principal reflexão é que colaboração exige contexto em cada entrada da jornada. Não basta reunir pratos em uma sacola: participantes precisam entender as condições, e quem paga precisa reconhecer o compromisso. O próximo passo é observar esses comportamentos, revisar as hipóteses e aprofundar a implementação com design e tecnologia.

PARA O SEU PRODUTO

Como tornar as decisões do seu produto mais simples?

Se a experiência precisa conectar pessoas, escolhas e regras de negócio, vamos entender o contexto e encontrar um caminho mais claro.

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